(🚨)- MORO DESBLOQUEIA DINHEIRO DE APOSENTADORIA DE LULA, MAS NÃO ACEITA TACLA DURAN COMO TESTEMUNHA DE DEFESA DO LULA

(👀)-  O JUIZ SERGIO MORO, RESPONSÁVEL POR PROCESSOS DA OPERAÇÃO LAVA JATO NA JUSTIÇA FEDERAL DO PARANÁ, DECIDIU RETIRAR O BLOQUEIO SOBRE R$ 63.702,54 DO EX-PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (PT). O VALOR É DE UMA CONTA BANCÁRIA USADA POR LULA PARA RECEBER SUA APOSENTADORIA.

A decisão de Moro foi tomada depois que a defesa de Lula apresentou à Justiça extratos bancários da conta, após ordem do magistrado para que os advogados comprovassem que o dinheiro era de aposentadoria. Com isso, o juiz considerou "razoavelmente demonstrado" que a conta em questão "era utilizada para recebimento de valores de aposentadoria do condenado e que o saldo bloqueado, de R$ 63.702,54, foi formado, principalmente, por valores desta natureza.

  
O pedido para o desbloqueio dos recursos foi feito pela defesa do ex-presidente em agosto, depois de Lula ter sido condenado no chamado processo do tríplex por corrupção e lavagem de dinheiro 
O juiz disse na sentença que "não tem relevância se os bens [sequestrados] foram ou não adquiridos com recursos lícitos". Os advogados de Lula consideram o valor "arbitrário e aleatório".

Moro volta a negar oitiva de Tacla Duran Também nesta quinta, Moro voltou a negar pedido da defesa de Lula para que o advogado Rodrigo Tacla Duran, ex-operador da Odebrecht, fosse ouvido como testemunha de defesa do petista. 

O pedido foi feito dentro do processo no qual se questiona a veracidade de documentos obtidos pelo MPF (Ministério Público Federal) por meio do sistema Drousys, usado pela Odebrecht para gerir o pagamento de propinas. A defesa aponta que há "discrepâncias" em datas e assinaturas nos documentos apresentados e crê que Durán poderia ajudar a dirimir dúvidas sobre as inconsistências.

Segundo a decisão de Moro, não há "qualquer elemento probatório mínimo que indique envolvimento específico dele [Tacla Duran] nas operações que constituem objeto da presente ação penal".

Em nota, os advogados do ex-presidente dizem que a negativa em ouvir Tacla Duran representa cerceamento de defesa e "mostra que Lula não está tendo o mesmo tratamento dado à acusação, para a qual foram deferidas as oitivas das testemunhas arroladas também no âmbito de incidente de falsidade." " Para a defesa, "a mera autorização para a juntada do depoimento prestado por Tacla Duran na CPI não se mostra suficiente para a completa elucidação dos fatos " FONTE; "UOL" 
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